Dúvidas
Perguntas frequentes
As dúvidas que mais aparecem no primeiro contato. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
Sobre o atendimento
O que a fonoaudióloga trata?
Fala, linguagem, voz, audição, deglutição e as funções da face, como respiração, mastigação e sucção. Na prática, isso vai do atraso de fala de uma criança à dificuldade de engolir de um idoso após um AVC.
Preciso de encaminhamento médico?
Não. A fonoaudiologia é de acesso direto: você pode procurar sem encaminhamento. Quando há relatórios, laudos ou exames, trazê-los ajuda na avaliação.
A fonoaudióloga atende em quais bairros de Goiânia?
O atendimento domiciliar cobre Goiânia e regiões próximas, com a agenda organizada por região. Consulte o seu bairro pelo WhatsApp — em geral é possível abrir um dia específico para a região.
Qual a diferença entre o atendimento domiciliar e o online?
No domiciliar a terapia usa o ambiente e os objetos reais do paciente e permite avaliar alimentação e deglutição. O online funciona bem para orientação de pais, terapia de linguagem em crianças maiores e acompanhamento de casos já avaliados.
Atendimento online de fonoaudiologia é válido?
Sim. A telefonoaudiologia é regulamentada pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, com as mesmas exigências de registro profissional, prontuário e sigilo do atendimento presencial.
Quantas sessões são necessárias?
Não existe número padrão. Depende do quadro, da idade, do tempo de evolução e da participação da família. O plano é definido após a avaliação e revisto periodicamente.
Quais são os valores?
Variam conforme o formato, a região e a frequência. O código de ética da profissão restringe a divulgação de preços e promoções, então o valor é informado no primeiro contato por WhatsApp.
Atende por plano de saúde?
O atendimento é particular, com recibo para solicitação de reembolso quando o plano prevê essa cobertura.
Crianças
Com que idade a criança deveria começar a falar?
De forma geral, primeiras palavras em torno de 12 meses, junção de duas palavras próximo dos 2 anos e fala compreensível para pessoas de fora entre 3 e 4 anos. São referências, não regras: a avaliação existe justamente para olhar o conjunto do desenvolvimento.
Meu filho fala pouco mas entende tudo. É preocupante?
Compreender bem é um bom sinal, mas não descarta a necessidade de avaliação. Existem quadros em que a compreensão está preservada e a expressão precisa de apoio.
A criança troca sons. Vai passar sozinho?
Algumas trocas são esperadas em certas idades e se resolvem. Outras persistem e afetam a escrita depois. A avaliação diferencia os dois casos.
Respirar pela boca é problema de fono?
Pode ser. A respiração oral altera o crescimento da face, a mastigação, o sono e a fala. A avaliação é feita em conjunto com otorrinolaringologista e, às vezes, com ortodontista.
Idosos
Engasgo frequente em idoso é normal?
Não. Engasgo repetido indica que o alimento pode estar entrando na via respiratória, o que aumenta o risco de pneumonia. Merece avaliação o quanto antes.
Depois de quanto tempo do AVC a fonoaudiologia deve começar?
Quanto antes, melhor, respeitando a liberação da equipe médica. Mesmo em casos com mais tempo de evolução, ainda há trabalho possível na comunicação, na deglutição e na adaptação da rotina.
O paciente com demência ainda se beneficia?
Sim. O objetivo muda de foco: em vez de recuperar o que foi perdido, trabalha-se manter a comunicação possível, garantir refeição segura e orientar o cuidador.
Vamos conversar sobre o seu caso
Mande uma mensagem contando a dificuldade que você observou. Respondo pessoalmente e explico como funciona a avaliação.